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Wednesday, September 19, 2018

Kancolle 5 - Não me Compare com as Garotas do Grupo de Porta-Aviões 5!

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Continuamos com a saga das meninas-navio japonesas no desenho de Kantai Collection. Como você veio acompanhando, a série já começou com uma porrada a nível emocional, com direito a morte de um personagem. Tudo bem que era uma mera coadjuvante que deve ter tido 5 minutos de tempo na telinha, mas mesmo assim gerando um grande sofrimento para as heroínas. Esperemos que o clima fique um pouco mais leve no capítulo de hoje, que tem um título gigantesco.


Sério, é como se o Renato Russo estivesse escrevendo os títulos, podiam ter economizado um pouco nas palavras.

Hoje iniciamos na sala de comando, onde as meninas do Esquadrão Torpedeiro 3 estão lá para uma conversa séria com a secretária Nagato, possivelmente devem levar algum esporro. E já começamos com o pé esquerdo, pois a gracinha da Mustu não está presente. Então deve ser mesmo uma mega bronca.


Mas Nagato está relativamente de bom humor, considerando que ela está sempre com cara de quem dormiu com o capeta. Ela explica que o comandante havia dado ordens para debandar com o Esquadrão Torpedeiro 3, e assim todas elas seriam realocadas para outros grupos. E não podemos deixar de destacar como que os japoneses realmente exageram no que diz respeito ao busto das garotas nos desenhos... Não que eu reclame da comissão de frente de Nagato, mas convenhamos que nem silicone faria isso.


Você já imaginava, certo? Claro que diante de uma notícia dessas, Fubuki se desespera mais uma vez. Afinal, ela já tinha passado toda aquela dificuldade pra se enturmar com as suas amiguinhas, e agora seria tudo isso de novo. Pobrezinha...


Como vão mudar de esquadra, as meninas precisam também fazer as malas para mudar de quarto. Curioso como Fubuki havia chegado só com uma mochila e já estava ali acumulando porrilhões de caixas... Ela fica pensativa sobre como serão as meninas com quem ela vai dividir quarto, e Mutsuki a tranquiliza, pois havia a chance delas continuarem juntas... ou mesmo dela ser transferida para a mesma esquadra de Akagi.


Parece que a baixinha já captou a dica. Toda hora que Fubuki ficar melodramática e cheia de frescura, é só falar na Akagi que tudo se resolve. Olha só a cara de baiacu dela, ao imaginar que poderia dividir quarto com sua ídolo.


Era hora de dormir... mas Fubuki não conseguia fechar os olhos. Não por estar tendo sonhos eróticos com a porta-aviões, mas pela preocupação sobre como seria dali em diante, em outra esquadra. Será que era uma punição que o comandante estava dando pra ela? Será que Jintsuu e as cruzadores haviam desistido de acreditar nela? Ou talvez Mutsuki e Yuudachi haviam dedurado que Fubuki estava acabando com o rolo de papel higiênico sem trocar por um novo? 


Mutsuki também não consegue dormir, pensando no dia seguinte. As duas ficam super felizes por esse tempo que estiveram juntas, que havia sido muito legal. E então elas decidem aprontar um pouquinho... Eu sei que tem muitos filmes pornôs que começam assim, mas sabemos que não é isso que vai acontecer por aqui.


Mas não é nada demais... as duas simplesmente decidem dar uma caminhada, admirando a lua cheia e a noite, e começam a fofocar um pouco sobre aqueles últimos dias, sobre os momentos divertidos que compartilharam.


Até que as duas escutam uma voz ali atrás... Era Yuudachi, que mais uma vez havia sido esquecida por suas amigas. Caramba, acho que Fubuki e Mutsuki fazem de propósito, tadinha da loirinha, poi. Ela também vai sentir saudades de dividir quarto com elas.


E quem também estava ali eram Sendai, Naka e Jintsuu. Parece que tá rolando uma epidemia de insônia no distrito, ninguém tem sono não?


Sendai corre pro pier e fala que está uma noite duca, que batalhas noturnas são as mais legais de todas. E espero que seja a última vez que teremos que aturar os esperneios dela por conta de qualquer coisa relacionada com a noite...


É o momento da despedida das meninas do Esquadrão Torpedeiro 3, que seguram as mãos enquanto Jintsuu agradece por tudo, e que o espírito de torpedeiras delas continue sempre forte, independente de em que esquadra elas fiquem. Amém. 


Ou Banzai. Sei lá, não parece que as garotas sejam católicas...

No dia seguinte, todas as meninas vão para a sala, cada uma delas aguardando a convocação de seu nome para pegar sua ficha com os dados do novo esquadrão. Ali à direita parecem ser as pernas da Takao, muito gatinha essa menina, pena que ela não aparece muito. E à esquerda, devem ser irmãs de Yuudachi, pois usam o mesmo uniforme azul escuro dela.


Fubuki, pra variar, está toda cabisbaixa e preocupada com o que vai acontecer. Afinal, no colégio ela era sempre a última a ser escolhida na aula de Educação Física, e ali estava o mesmo suspense. Mas logo ela é chamada pelo comandante.


Ao sair da sala, Mutsuki a encontra, perguntando em que esquadra Fubuki está. Ela explica que foi escalada para a Unidade Móvel 5, o que faz sua amiga pular de alegria, pois aquela era uma nova esquadra que havia sido formada para missões especiais.


Recolhida a papelada, era hora de localizar o seu novo quarto, onde iria encontrar suas novas colegas de trabalho. Depois de percorrer os imensos corredores da base-alojamento, ela finalmente encontrou os quartos da unidade 5. Era hora...


Ah, cacete... Lá estão elas de novo, Ooichi e Kitakami. Por coincidência elas estavam na mesma unidade. Bom, coincidência ou Ooi ameaçou o comandante a fazer isso, ou iria arrancar suas bolas com um alicate. E ela aparentemente estava ali já se insinuando para Kitakami, dizendo que havia esquecido suas calcinhas no outro quarto.


Fubuki é obrigada a interromper o momento íntimo entre as duas, dizendo que ela fazia parte da mesma unidade que elas, e que tinha também a mente aberta e não ia ficar comentando sobre aquele lance lésbico enquanto dividissem o quarto.


Ooi não diz uma palavra, e simplesmente puxa Fubuki pra fora...


... e lhe dá um esporro, que se dane que a destróier esteja na mesma unidade que ela e Kitakami. Aquele quarto ali era só pra elas duas, e não teria espaço pra mais ninguém. Que ela fosse pro outro quarto, ou que dormisse no corredor, não era problema dela.


Na boa, Fubuki... melhor deixar aquela chata lésbica ali mesmo, e ficar no outro quarto. E ali, atrás da porta número 2...


... encontramos Kaga e uma nova personagem, que é outra porta-aviões chamada Zuikaku. As duas estão ali bem emburradas, um clima pesado de discussão rolando, tudo porque Kaga não queria estar na mesma unidade que uma garota do Grupo de Porta-Aviões 5, do qual Zuikaku fazia parte. Isso explica o título do episódio.


Que tal uma breve pausa para uma explicação histórica? Na vida real, os porta-aviões japoneses foram de fato divididos em diferentes grupos, sendo o de número 1 representado pelo Akagi e pelo Kaga, como a gente viu lá no primeiro episódio. Havia o grupo 2 composto pelos porta-aviões Hiryu e Soryu, que também tiveram as suas contra-partes representadas no episódio-piloto. Os grupos 3 e 4 eram compostos por porta-aviões leves que não aparecem no desenho, e o grupo 5 tinha o Zuikaku e Shokaku, os maiores e mais novos porta-aviões japoneses no início da guerra. Mas que eram considerados pelos marinheiros e pilotos do grupo 1 como inferiores, devido ao menor tempo de experiência de sua tripulação. E essa rivalidade é representada aqui no desenho, pela birra entre as duas garotas.

Kaga continua ali na dela, toda zen, dizendo que ela e Akagi são as melhores, a ponto de deixar Zuikaku puta da vida, com vontade de puxar aquele rabo de cavalo escroto pra ver se ela era tão boa assim. Sei não Fubuki, acho que será menos arriscado dividir quarto com Ooi, pois essa Zuikaku parece ser bem enfezada também.


Do nada, aparece Shoukaku, irmã de Zuikaku, para fazer uma visita e dizer que ela estava sendo insensata. Realmente, o Grupo de Porta-Aviões 1 era mais experiente e bem treinado, e elas poderiam aprender muito com Kaga e Akagi. Fato é que Zuikaku estava naquela esquadra agora, e era melhor se comportar.


Kaga, Zuikaku, Shoukaku... vou entender se alguém estiver se mijando de rir com esses nomes.

Finalmente, as duas porta-aviões percebem que Fubuki está na porta, e perguntam o que ela quer. Afinal de contas, ali era o quarto de duas garotas crescidas, e não era lugar para uma pirralha.


Fubuki faz o que esperávamos... Sai correndo, cheia de medo. Não tinha jeito, parecia que ela ia ter que dormir no corredor, como Ooi havia sugerido. Relaxa, dormir no chão faz bem pra coluna.


Antes que ela possa se dar conta, aparece alguém correndo e gritando. Era Kongou, toda serelepe, aparentemente ela também fazia parte da Unidade Móvel 5, e estava super contente de que iria combater junto com sua amiguinha Bukki.


Pobrezinha... Fubuki olha pra Kongou e fica toda emocionada...


... dando um forte abraço. Finalmente alguém que ela conhecia, nem tudo estava perdido. 


Logo depois Kongou arrasta todas as meninas para um mesmo quarto, dizendo que está super contente em estar na Unidade Móvel 5, e que juntas elas vão causar um estrago nos Abissais e vão também curtir muito, a começar com uma festinha de chá inglesa que todo mundo curte. Sim, dá pra ver como as outras estão super empolgadas.


Outra pausa, mas agora não será chatice histórica. Não faz muito sentido terem mudado as esquadras desse jeito, apesar de termos aqui um certo balanço de forças (dois porta-aviões, um couraçado, dois cruzadores e um destróier). Mas, talvez seja uma tática nova do comandante para que essas meninas ganhem mais XP, é comum que nesses jogos a gente troque a equipe de tempos em tempos, para aumentar o nível de outros personagens. Ou foi apenas uma sacada para mudarem um pouco as personagens do desenho, e dar chance para algumas novas aparecerem. Confesso que eu já estava ficando enjoado da Mutsuki e sua vozinha de ursinhos carinhosos.


Eu acho que nunca teve na história desenho tão gay...

Com dois quartos e seis meninas, era hora de decidir quem ficava com quem. Aí me lembrei daquela brincadeira, de que o cara tinha que levar uma raposa, uma galinha e um saco de milho pro outro lado do rio e só tinha espaço no barco pra levar dois por vez, e não dava pra, por exemplo, deixar a raposa e a galinha sozinhas, ou ia dar merda. Mesma coisa aqui, pois Kaga e Zuikaku não querem ficar juntas no mesmo quarto, e Ooi e Kitakami precisam ficar juntas...


Pombas, moleza! Deixa as duas cruzadores lésbicas num quarto junto com uma das porta-aviões, com Zuikaku, por exemplo. E no outro quarto ficam Kaga, Kongou e Fubuki. E assim todas ficarão felizes.


Menos Fubuki, lógico... Ela estava acostumada com um grupo onde todas eram amiguinhas, e agora ela parecia estar num circo de horrores. Na classe dos destróieres, ela começa a chorar as suas mágoas com Mutsuki e Yuudachi... Vemos que mesmo com a nova distribuição de esquadras, ainda vamos ver essas duas frequentemente.


Em uma rara demonstração de como têm consideração por sua amiga Fubuki, as outras duas deixam ela ali resmungando, enquanto contam sobre as novas esquadras das quais fazem parte...


... Mutsuki diz que está com a cruzador Mogami, que disse que lhe explicaria uma série de truques e habilidades. Lembrando do post que eu fiz do Mogami de verdade, provavelmente Mutsuki vai aprender como colidir com outros navios e fugir da culpa.


Enquanto que Yuudachi havia tido a sorte de ficar no mesmo grupo que Naka, e assim as duas poderiam fazer uma dupla de dois na hora de brincar de karaokê.


Tudo isso sem dúvida com a intenção de fazer Fubuki se sentir melhor. Olha só a alegria dela. Buááá!


Mas pelo menos ela já havia encontrado a resposta para lidar com os momentos de depressão: comida. Assim, ela se manda pro café da Mamiya pra bater um sorvete de tofu, mesmo pagando o mico de estar ali sozinha como uma fracassada.


E falando em comida, quem aparece? Akagi. Já podemos imaginar que é hora da moral do dia... ou ela está precisando bater mais um pratão de peão pra ganhar forças. E Fubuki, pra variar, fica toda boba e encantada, cheia de estrelinhas ao redor da cabeça.


As duas começam a conversar, e Fubuki não entende por que o comandante havia bolado uma esquadra tão bagunçada como a dela. Não fazia sentido, todo mundo brigando, um baita clima de tensão no ar... Akagi não sabe, mas desconfia que pode ser por conta de uma nova campanha, denominada operação FS.


Mais uma sigla... Aparece então um mapinha, em que Akagi explica que os Abissais tinham bases no sul e que poderiam atacar o distrito. Assim essa operação tinha como objetivo cortar as possíveis rotas de ataque e neutralizar as bases, e até mesmo descobrir mais a respeito da origem dos monstrengos.


Historicamente, o Japão tinha a idéia de fazer uma operação com o mesmo nome, para atacar ilhas no Sul do Pacífico. Quem conhece um pouco de geografia deve ter percebido, pois aquela ponta ali lembra bem uma península no norte da Austrália... Em todo caso, Akagi diz que Fubuki precisa confiar no comandante, pois ele sabe o que está fazendo, e tudo ia ficar bem.


Fubuki fica toda feliz, é só ter uma conversinha com Akagi que ela entra nesse modo Forrest Gump, correndo pela base que nem uma louca e toda feliz. Essa aí é a cena padrão de animes japoneses, acho que lá quando alguém está contente, sai correndo desembestadamente com uma cara alegre.


Querendo demonstrar uma boa motivação, ela então corre para o seu quarto, para transmitir as palavras de Akagi e para que todas pensem positivo.


Mas aí vemos que a birra continua. Mas, pombas! Eu cantei a pedra lá em cima, tinha que deixar as duas porta-aviões separadas, cacete! Continuam ali a Kaga e a Zuikaku trocando gentilezas, muito provavelmente com piadinhas mútuas sobre seus nomes associadas ao aparelho excretor.


O climão tenso ali estava porque haviam chegado as ordens de missão. Kaga, que aparentemente é a mais velha e responsável do grupo, estava lendo o documento que indicava o que deveriam fazer. Mas, antes de qualquer coisa, elas precisavam definir quem seria a capitã da unidade, uma grande responsabilidade.


Kongou se prontifica, pois afinal de contas ela era a encouraçada do time, com mega canhões (eu disse canhões). E também a mais carismática e simpática. Nisso tenho que concordar, e acho que se eu estivesse jogando provavelmente pensaria da mesma forma.


Zuikaku fala que não vai rolar, pois ninguém vai entender aquele monte de gíria em inglês que ela fica falando. Enquanto isso, Kaga dispensa a idéia dela ser capitã... pois ela não está a fim de dar ordens para alguém tão estúpida como sua colega.


Na boa... a cada minuto estou gostando mais da Kaga.

Por sua vez, Ooi está pouco se fudendo pra quem será capitã, ela estava só preocupada que algo pudesse acontecer com Kitakami. E ela ainda cutuca a Zuikaku, dizendo que ela tem o corpo igual ao convés de um porta-aviões mesmo, totalmente plano que nem uma tábua de passar roupa.


Frase do desenho... pegou pesado com a Zuikaku. Embora parece que realmente pisou no calo dela. Essa é uma das constantes do desenho, em que algumas garotas ficam com uma certa inveja de suas colegas de curvas mais generosas.


Ooichi continua com a zoação, dizendo que a porta-aviões é muito pouco desenvolvida pra ser líder do grupo, e que ela era quem deveria ser a capitã. Na boa, Ooi, mas você também não é tão desenvolvida assim, se é que me entende. E agora é a vez de Kitakami ficar preocupada, pois os inimigos sempre atiravam primeiro no navio líder, e ela não queria que nada acontecesse com sua irmã/amante.


Com isso, Ooi sugere que seja mesmo Zuikaku, pois assim ela afundaria primeiro. Realmente, a porrada vai rolar aqui. Tanto que Kaga estava ali cagando e andando (com trocadilho, por favor), deixando a discussão sobre a liderança do grupo de lado e focando em seu copinho de saquê. Deixava logo a Kongou ser a capitã. Afinal de contas, ela estava com muita vontade disso, e se ela fosse a primeira a ser atacada, provavelmente iria resistir mais do que as outras, já que supostamente um couraçado é mais blindado.


E ela na minha opinião parece a mais desenvolvida no recinto...


Enfim... elas chegam então a um acordo. Cada uma ia ser capitã uma vez, e assim a que fosse melhor ia ganhar o título. Parece justo. E a primeira a tentar seria Kongou, pois ela havia dado a idéia.


Só que aí deu merda...


No banho, todas elas estão arrebentadas e precisam se consertar. Havia sido um fracasso, pois Kongou não tinha a menor idéia do que estava fazendo. Parece que a única coisa certa foi estar estrategicamente posicionada para não tornar o desenho impróprio para menores, quando Zuikaku se levanta ali atrás e se oferece para ser a próxima capitã. Se bem que, ela não é tão desenvolvida assim, não ia ter problema se aparecesse alguma coisa...


Só que deu merda de novo...


Mais uma vez, elas vão para o estaleiro... Kitakami já se pergunta se alguém estava tendo um déjà vu também. Não é déjá vú, menina... é falta de idéia dos roteiristas mesmo.


Zuikaku solta o verbo, dizendo que elas tinham sido derrotadas só porque Kaga não havia seguido suas ordens. Ela responde, que não estava com disposição de seguir ordens de uma imbecil desmiolada. Cara, se Akagi é a ídolo de Fubuki, Kaga é a minha! E ela se oferece para liderar a próxima tentativa.


Como esperado...


Kaga lamenta o ocorrido, mas havia sido falha dela, faltou ter ajustado suas ordens para um nível mais primário, que Zuikaku entenderia. Mas ela contra-ataca, pois a porta-aviões do grupo 1 foi quem havia sido a mais danificada.


Kongou decide tentar de novo, agora vai dar certo, pois ela tem um plano infalível. E, como dizem, a segunda vez sempre funciona. BURNING LOVE!!!


Outra vez, parece que foi pior ainda. Elas decidem então que Ooi tente uma vez, talvez um cruzador fosse melhor.


Você achava que ia ser diferente? Pior que os caras desenharam realmente uma explosão diferente pra cada missão. E eu podia ter deixado essa passar e ter tirado um print só, ninguém ia perceber...


Kongou lamenta, mas nessa última nenhuma ordem havia sido dada. Isso porque Ooi havia cagado pra missão, e só se preocupou em proteger Kitakami.


Mais uma vez elas precisam esperar no banho, para assim serem reparadas. Kaga, que não está muito a fim de conversar, se distrai ali brincando com uma toalha, fazendo algo que parece ser um coelhinho. Embora eu acredite que nove entre dez visitantes deve estar se perguntando "que coelhinho", por estarem vidrados no side boob gratuito da porta-aviões.


Correção: Kaga é a mais desenvolvida da unidade.

Fubuki vai lá e tenta puxar conversa, dizendo que achava aquele coelhinho lindo. Kaga explica que ela, por ser uma porta-aviões e ter muitos pontos de HP, geralmente tinha que ficar muito tempo no ofurô para se recuperar, o que era uma chatice. E Akagi a havia ensinado a fazer origami  de toalha como forma de distração.


Querendo cortar o papo, ela dá o coelhinho de presente pra Fubuki. Que em vez de agradecer, diz mais uma vez que Akagi é sensacional.


Desanimadas por não estarem conseguindo sequer começar a missão direito, as meninas ficam ali no quarto desanimadas... Até que Zuikaku se levanta, dizendo que ia conversar com o comandante e pedir para ela ser transferida. Afinal de contas, ela percebia que ninguém ali gostava dela, e era melhor dar lugar a outra menina-navio.


Na verdade, todas as garotas concordam que aquela esquadra era uma zona. Todas, menos Kongou, mas essa aí está feliz com qualquer coisa. Era melhor debandar aquela unidade e serem reasignadas a outros grupos. Mas é a hora de Fubuki fazer o discurso, dizendo que o comandante sabia o que estava fazendo, e elas deveriam tentar um pouco mais.


Zuikaku fala que não dá, elas haviam tentado tanto e nada tinha dado certo. Mas logo ela acaba se distraindo, achando o coelhinho de toalha todo cuti-cuti.


Ela devolve a toalha para a destróier, e diz que um dia ela gostaria de aprender como é que se faz. Mas agora era hora de falar com o comandante, pra pedir uma transferência para outra esquadra, preferencialmente uma que tivesse uma base na praia, pra ela pegar um bronze.


Fubuki começa então a pensar... Essa era a grande sacada do episódio, acredito eu. Veja só como que Zuikaku viu algo que queria muito aprender a fazer. E quem sabia era Kaga, a mesma Kaga que ela odiava tanto. Será que se ela soubesse, iria reconhecer que todas ali deviam se ajudar?


Ela corre atrás da porta-aviões, dando um mega esporro. Afinal de contas, ela não queria desistir, era importante que todas elas fizessem um esforço para fazer dar certo. Elas precisavam ter fé no comandante, pois aquela unidade era importante para a campanha. E aparentemente a missão seria antes do que elas esperavam, pois o alarme começava a tocar.


Reconhecimento havia informado que um pequeno grupo de supositórios Abissais, liderados por um cruzador leve, estava se aproximando do distrito perigosamente, e precisavam ser afundados antes que se aproximassem demais.


Para isso, apenas a Unidade Móvel 5 estava disponível... o que certamente será um risco, pois elas sequer chegaram a uma conclusão de quem será a líder. Talvez seja a hora do comandante bater em retirada.


No mar, as garotas comentam sobre como será uma missão fácil. Afinal, um cruzador e alguns destróieres, era fichinha. Dava pra elas tirarem no zerinho-um ou na adedanha pra ver quem teria que afundar aqueles bichos escrotos.


Mas parece ter baixado o espírito de heroína em Fubuki, que começa a tomar as rédeas da situação. Afinal, ela estava cansada de ficar ali consertando no ofurô, elas precisavam de estratégia. Assim, ela recomenda que Kaga e Zuikaku lancem aviões de reconhecimento para confirmar o tamanho da frota inimiga. Ooi e Kitakami iriam por um lado, para se prepararem para um ataque de torpedos, enquanto ela mesma tomaria a dianteira, para atrair os bichos.


Os aviões de reconhecimento começam a patrulhar a área, e então encontram um monte de cagalhotos dentuços vindo na direção oposta. Ou eram os Abissais ou o resultado de uma diarréia mutante.


E agora a batalha começa, com Fubuki correndo para a dianteira. Sei não, mas acho uma mudança muito drástica para uma garota que mal ficava em pé e não acertava nenhum tiro.


Vamos ver se toda essa coragem é pra valer, ou se é fogo em palha, pois os Abissais partem ao ataque.


E aquele lá da direita parece aquele míssil com cara de tubarão que tinha no Super Mario, não parece?


Fubuki vai se desviando dos disparos, evitando todos eles. Os Abissais cometem aquele erro clássico de quem jogava Space Invaders, atirando onde ela estava e não onde ela ia estar, e cai tudo na água. E eu preciso parar com as referências aos videogames do passado.


Felizmente para ela, as demais meninas conseguem finalmente trabalhar como um equipe, a começar com os ataques de torpedeiros promovidos pelas porta-aviões...


... e depois Kongou com uma dose violenta de Burning Love pra afundar aquele cruzador.


Acontece que aquele cruzador já tinha participado de várias edições dos Jogos de Verão (sério, chega de clássicos de videogames de 8-bits), e surfando com maestria se desvia dos projéteis lançadas pela encouraçada. Assim tá complicado. Mas pelo menos vemos um dos inimigos que sabe se esquivar, e não fica parado que nem um poste.


É a vez de Ooi e Kitakami, que lançam uma chuva de torpedos sobre o cruzador. Como dizem, tem horas que temos que combater fogo com fogo... ou supositórios com supositórios...


Dessa vez ele não escapa, indo pelos ares numa explosão. Flawless victory. Fatality. E a Unidade Móvel 5 finalmente havia conseguido vencer um combate.


Retornando para a base, as meninas parecem mais tranquilas. E Kongou faz as honras, dizendo que todas elas haviam eleito Fubuki como capitã do grupo. Mesmo ela sendo uma destróier, que normalmente não lideram esquadras, no combate daquele dia ela havia demonstrado o seu valor, fazendo com que elas agissem de fato como uma equipe.


Mais tarde, Fubuki fica ali conversando com o coelhinho de toalha... pois afinal de contas, parece que ela ainda não ia fazer muitas amizades por ali, preferindo conversar com o origami de pano. E decide que realmente será legal ser a capitã da esquadra, e estava feliz por terem reconhecido o seu valor.


Zuikaku então decide perguntar mais uma vez para Fubuki como fazer o tal coelhinho de toalha, pois ela tinha uma de praia com a qual poderia fazer um mega coelho lutador de kung-fu...


Ela explica que na verdade era Kaga quem havia feito, e então tenta criar ali um momento de amizade, pedindo para a porta-aviões mostrar como que se faz, embora Zuikaku fique toda abafada, não querendo dar o braço a torcer em aprender algo com Kaga.


Esta decide ser adulta e ensinar para as duas como fazer aquele bichinho... embora ela na verdade preferisse continuar saboreando o seu sundae de baunilha. E aí elas ficam ali tentando ser amigas...


E fim da história. Embora sutil, mais uma vez temos aquelas mensagens de vida passadas nesse episódio, tudo graças a uma toalha de rosto dobrada. Valeu por colocar novos personagens em evidência, embora algumas ainda bem unidimensionais como Ooi, que em todos os momentos precisa demonstrar sua paixão por Kitakami. Enfim, um capítulo bem divertido... mas não se compara com o próximo que está por vir. Até lá!
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