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Monday, October 1, 2018

Política nas Redes Sociais

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Quero logo que acabem as eleições. Porque já estou de saco cheio da quantidade de textão e vídeos que meus amigos colocam no Facebook para falar de política, para defender ou atacar este ou aquele candidato. Puta merda, depois da chegada da TV a cabo e da Internet eu tinha a sensação de que nunca mais iria ter que aturar propaganda política, mas confesso que está pior nas redes sociais do que nos canais abertos...


Não teria como eu não falar de política, às vésperas das eleições para presidente. Eu confesso que ainda não decidi muito bem o meu voto, estou um pouco dividido entre algumas opções, as quais o leitor que já me conhece deve imaginar. O que eu posso afirmar é que tem dois candidatos que eu não voto nem amarrado: jamais votei no PT e certamente nunca mudarei de idéia, ainda mais quando a chapa é composta pelo Haddad e pela Manuela D´Ávila, dois postes para o "nove dedos"; e tampouco vou votar num "coroné" de iPhone sem vergonha como o Ciro Gomes. O Bolsonaro pode ser bem extremo (o que às vezes me pergunto se não é o que precisamos, para a situação extremamente crítica do Brasil), mas se rolar segundo turno dele contra um desses dois paspalhos, certamente votarei no Bolsonaro. 

Não dá... o Brasil não aguenta mais 4 anos de PT, e não aguenta 4 anos de um filhote de Brizola...


Mas o motivo de minha postagem não é discutir política. Ainda mais imaginando que a reação de alguns aqui poderá ser pior do que aquela dos beatlemaníacos que ficam revoltados com o fato de eu não gostar do quarteto de Liverpool. Venho aqui pra discutir uma questão que me tem chamado atenção, que é como a política vem sendo discutida nas redes sociais.

Eu falo de experiência própria. Se pego a lista de meus amigos do Facebook e tento fazer uma classificação de acordo com a orientação política, vejo que fica bem num "fifty fifty", com cerca de metade tendo uma postura mais de direita e a outra metade com uma posição de esquerda. Acredito que seja até algo bem comum na maioria dos casos, pois cada um tem a sua afinidade política. 

Se eu for falar do meu ponto de vista político, talvez me consideraria como mais à direita. Isso muito por conta da hipocrisia da esquerda que eu presenciei ao longo de minha vida. Pessoalmente, nunca acreditei muito nos ideias comunistas e socialistas, em muito por ver que eles não se sustentam na prática. Podem falar de igualdade, mas será que lá na antiga União Soviética, berço do socialismo, o operário da fábrica ganhava o mesmo que o dono? Será que o cidadão comum tinha o mesmo padrão de vida do membro do partido comunista? Não precisa nem ir muito longe: a expressão "socialista de iPhone" não existe à toa, ao ver como existem muitas pessoas aqui que se dizem defensoras dos pobres, da igualdade de distribuição de renda e do povo, que teclam isso em seus iPhones de última geração, enquanto saem dos seus apartamentos de frente para a praia do Leblon em um carro importado blindado para ir no Village Mall na Barra pra tomar um cappuccino no Starbucks e comprar bolsa Louis Vitton. 


Pois é... eu não entendo isso... Alguém consegue me explicar como que uma pessoa assim se diz comunista?

Mas essa discussão é para outra hora. Voltando à questão das redes sociais, eu diria que a divisão é em torno daquilo mesmo que eu disse. Falando em termos de candidatos e baseado no que eu converso diretamente com essas pessoas, diria que cerca de 35% vão votar no Bolsonaro, uns 15% no Haddad, outros 20% no Ciro, tem uns 10% jurando lealdade ao Alckmin e o restante ou vai votar em candidatos de menor expressão, como o Amôedo do Novo ou o Boulos do PSOL (sim, tem alguns aí que acreditam nesse terrorista) ou que não se pronunciam sobre política. Ou seja, tirando o Alckmin que é uma vaca de presépio, dá pra ver um certo equilíbrio entre a disputa Bolsonaro versus Ciro/Haddad.

Acontece que não é isso que vejo na lista de postagens no meu Facebook, por exemplo...


Não sei se isso se trata de militância vermelha... Pois sabemos muito bem como que a turminha da esquerda se dedica de corpo e alma a fazer propaganda, espalhando notícias a favor de seus representantes e difamando os seus adversários políticos. Mas eu não acredito que seja isso, pois já tivemos várias eleições nos últimos anos, e eu não me lembro de ter presenciado isso que eu estou vendo hoje.

Me refiro ao número cada vez maior de postagens de amigos e conhecidos meus defendendo a esquerda, enaltecendo Ciro e Haddad e xingando o Bolsonaro.


Essa minha observação veio do fato de eu ter começado a perceber como que as postagens de certas pessoas na minha lista de amizades se tornaram mais frequentes. Pelo o que eu sei, em geral o Facebook tende a destacar mais as coisas que pessoas relativamente mais próximas escrevem, levando em conta também o momento da sua última interação. É comum que posts de amigos que você adicionou recentemente apareçam mais, enquanto que outros com os quais você pouco interage se tornam mais raros.

E, curiosamente, agora antes das eleições eu vejo com muita frequência as postagens de uns três conhecidos meus, com os quais eu não falo há anos, e um deles que eu até havia bloqueado para não aparecer na minha página inicial, há muito tempo. Todos eles (adivinha!) defendendo a esquerda e criticando o Bolsonaro.

Por que será?


Sabemos bem que Facebook e a grande maioria das redes sociais e portais de notícias têm um viés de esquerda. E que, por conta disso, estão em uma cruzada para combater o "inimigo" do momento, que é o Bolsonaro. Basta ver como que as notícias estão cada vez mais tendenciosas, procurando sempre aquela interpretação ou meia-verdade para condenar o candidato do PSL enquanto ao mesmo tempo se mostra solidário aos demais, omitindo as suas lambanças.

Por exemplo, a revista Veja, que antigamente tinha uma postura mais à direita mas agora só falta botar um martelinho e uma foice ao lado do título, fez toda uma mega matéria a respeito do divórcio do Bolsonaro, buscando ali qualquer coisinha que poderia incriminá-lo, mesmo com fatos já desmentidos pela própria ex-esposa. Por outro lado, não a revista não dedica sequer uma notinha pra falar das acusações de corrupção do Haddad, o pior prefeito do Brasil.


Em outras palavras, fica claro como que a mídia tradicional tenta doutrinar o povo, induzir a pensar de uma determinada maneira, alinhada com o pensamento e a ideologia dos jornalistas. Razão pela qual muitas editoras estão caminhando para a falência, pois as pessoas estão desistindo de ler jornais e revistas que estão mais preocupados em influenciar a opinião do público em vez de se limitar ao papel de informar.

E razão que também faz com que as pessoas busquem se informar na internet, de forma gratuita e isenta, tendo acesso à uma maior diversidade de opiniões e formas de pensar, podendo assim ter acesso à informação de forma irrestrita, para assim formar a sua própria opinião.

Será mesmo?


Aí é o que eu questiono... Será que temos essa liberdade mesmo? Pois, quando olho na minha página do Facebook, eu não vejo o mesmo espaço dedicado às postagens de direita e esquerda. Tem dias que eu tenho que rolar a página várias vezes, passando por inúmeros posts de "Lula Livre" e "Ele Não", até encontrar um que defenda o Bolsonaro. Mesmo observando um certo equilíbrio na orientação política de meus amigos. E vendo postagens pró-esquerda de alguns conhecidos dos quais eu não via nada há anos, por conta de uma natural perda de contato.

É a minha desconfiança: parece que Facebook e afins estão começando a fazer a mesma coisa que a mídia tradicional. Fico com uma impressão muito forte de que as redes sociais estão aos pouquinhos querendo doutrinar o pensamento de seus usuários, dando mais espaço para postagens que estejam alinhadas com a sua ideologia (no caso, da esquerda). E assim vai indo, de pouquinho em pouquinho, escondendo de seu mural qualquer informação que seja pró-Bolsonaro e dando mais espaço para textão, fotos e vídeos que enalteçam o Ciro Gomes ou o Haddad.

E depois vão dizer que defendem a liberdade de expressão e todas as opiniões...
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