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Friday, December 21, 2018

Kancolle 7 - Eu Odeio o Grupo de Porta-Aviões 1

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Seguimos por aqui com a série animada de Kantai Collection, iniciando hoje a sua segunda metade. Me surpreendo como que estou insistindo com isso aqui, mas realmente é uma animação que está prendendo a minha atenção. Digo de novo, sempre me interessei pela história de navios de guerra, e aqui temos uma série de sutis referências ao que aconteceu na realidade com embarcações da marinha japonesa. E neste capítulo veremos o caminho que a série de animação nos leva, que parece que não será muito agradável se a história se repetir.


Vamos então ver o que nos espera aqui. Certamente não será nada tão bonitinho como a competição de curry do episódio passado.

Começamos vendo a cruzador leve Ooyodo, que está ouvindo atenta a transmissão de código Morse vinda provavelmente da base central. Interessante observar que parece que Kantai Collection não se passa nos dias de hoje, mas de fato na época da guerra... ou em vez de código Morse estariam usando algo mais moderno como mensagens criptografadas do Whatsapp.


Terminando de anotar a mensagem, ela corre para a sala de comando onde estão Nagato e Mutsu. Ela explica que o objetivo da missão era atacar a base Abissal denominada MO, nos mares do Sul. Era esperado encontrar uma grande frota inimiga, e assim seria necessário enviar porta-aviões e grupos de apoio para garantir o sucesso da empreitada contra a forte força adversária.


Temos então um rápido relance de uma Abissal, que adianto que será uma das principais adversárias de hoje. E já que estou falando, comento que ela é um porta-aviões, como os fãs do jogo podem ter reconhecido.


Sim, acho que ninguém aqui está jogando isso... Ou será que sim?

Hoje já estamos começando na base da porrada, onde a Unidade Móvel 5 está enfrentando uma esquadra de bicharocos que havia cruzado seu caminho durante manobras de treinamento. Kongou aparentemente está recuperada do piriri sofrido no trágico episódio do curry roxo, largando o aço pra cima dos Abissais. 


O combate do dia está uma molezinha, parece nível Easy... tanto que Ooi e Kitakami fazem um golpe especial, dando piruetas sem a menor necessidade. Embora acho que seja só uma desculpa para elas ficarem de mãos dadas.


Fubuki estava satisfeita. Parecia que ela havia conseguido colocar as suas colegas na linha. Pra quem não se lembra, antes da competição de curry a novata havia sido eleita capitã pelas demais integrantes da Unidade Móvel 5, já que ela havia sido a única a liderar de forma organizada e com harmonia.


Mas não é bem assim... Pois Zuikaku e Kaga continuam ali brigando, pra ver quem é a melhor porta-aviões do pedaço. 


Zuikaku quer afundar o máximo de Abissais, pra ser a MVP da batalha e ganhar mais pontos de experiência, como acontece no jogo de verdade. Assim, ela prepara uma flecha para lançar seus aviões torpedeiros.


Só que o Abissal que ela havia mirado acaba explodindo pelo ares, antes dos torpedos atingirem o alvo. Que pôrra é essa? Agora os bichos estão se suicidando?


Que nada... Zuikaku reconhece a pintura dos aviões de Kaga, que havia mandado um grupo de bombardeiros mais velozes, tirando os pontos que ela ganharia com aquele Abissal afundado.


Kaga também não presta... Ela havia percebido que Zuikaku ia atacar aquele inimigo, mas foi mais rápida pra dar uma sacaneada nela. Repito, cada vez mais Kaga cai no meu gosto, ao agir dessa forma filha da puta.


Fubuki tenta acalmar os nervos ali... e pra isso elogia o ataque de Kaga, que havia sido perfeito. Esta agradece, mas diz que estava só fazendo o seu trabalho direito, pra ver se assim inspirava certas porta-aviões enfezadas com complexo de inferioridade. Zuikaku fica fula da vida, daqui a pouco ela vai acertar uma flechada na boca de Kaga.


Zuikaku larga as duas de mão... Tá na hora demostrar que seus aviões são tão bons como os de Kaga. Tinha ainda uma porrada de Abissal pra mandar pro fundo do mar ainda.


Só que ela não percebe alguns torpedos que estão ali a caminho dela. Como diz o ditado, peixe morre pela boca, tava aí só falando bobagem e vai ser sodomizada por objetos roliços explosivos...


Em um gesto altruísta, Kaga acelera e corre na direção de Zuikaku, ficando na frente dos torpedos que iam afundá-la. Podia ter ficado na dela, Zuikaku tava muito chata e talvez uma porrada dessas ia fazer ela aprender. Mas parece que o senso protetor de Kaga falou mais alto.


KABOOM! Na mosca! O esporro é tanto que acho que as duas se deram mal nessa...


Bem no clímax da missão, voltamos para a base, onde Nagato está conversando com o comandante. Que mais uma vez é tão tímido como um avestruz, se posicionando exatamente atrás da secretária. Ela comenta sobre uma possível causa para a missão de captura da ilha W ter falhado, em que a frota Abissal havia surpreendido os grupos na missão.


Mutsu interrompe a reunião, dizendo que havia chegado um chamado de emergência da Unidade Móvel 5. Nagato pergunta se precisava preparar algum caixão e escrever uma cartinha triste para a família de uma ou mais meninas-navio.


Mas aparentemente não havia sido nada tão trágico... Kaga havia sobrevivido ao ataque de torpedos, mas havia ficado bem estropiada depois do coice, precisando ser carregada por Ooi e Kitakami. Embora pareça que o dano foi mais nas suas roupas.


Todas as meninas-navio do distrito vão lá pra conferir como ela estava. Afinal de contas, Kaga era do Grupo de Porta-Aviões 1, o principal da esquadra, aquele que não falhava em nenhuma missão. Nagato e Mutsu também vão lá para falar com ela, pois a operação MO ia precisar do máximo de poder aéreo possível, e perder um porta-aviões não estava em seus planos.


Fubuki está toda abafada... e assume a culpa. Pois ela era a capitã, e era a responsável pelo bem-estar de suas colegas. Mas Kaga tenta livrar a cara da destróier, dizendo que a força Abissal era mais forte que elas imaginavam, e ela havia sido imprudente ao se aproximar demais dos inimigos, e assim se desculpa, em mais um gesto altruísta.


Mas agora é a vez de Zuikaku colocar as cartas na mesa... A culpa na verdade era dela, pois Kaga havia sido atingida para salvá-la. Ela foi quem tinha sido inconsequente, ela era a responsável. E o que mais a deixava puta era o fato de Kaga estar querendo assumir a culpa.


Não sei... sabemos como são os japoneses, com sua postura de assumir a responsabilidade quando algo dá errado. Se Kantai Collection fosse no Brasil, ia ser tudo diferente, com o velho jogo de empurra.

Acontece que Kaga, com a sua tranquilidade zen de monge budista, explica que ela havia feito o que era necessário, muitas vezes em situações desesperadas era necessário tentar a sorte. Pois Zuikaku estava distraída, aqueles torpedos iam pegar ela desprevenida, e não teria nenhuma chance. Por isso Kaga se jogou na frente dos torpedos de forma que o impacto não fosse tão forte. Ela termina dizendo não deixaria ninguém de seu grupo morrer, mesmo se fosse uma mal-agradecida arrogante como Zuikaku.


A jovem porta-aviões fica surpresa, mas também acha que havia sido uma idiotice ter se arriscado assim. Tentando dar uma animada, Kongou sugere que todas façam as pazes, pra que depois elas pudessem curtir um lanchinho com chá e muffins. E quanto à Kaga, era só o comandante usar um daqueles baldes verdes de reparo instantâneo, que tudo ficaria de boa.


Mas Tone explica que não vai dar... Tudo por conta da mega-operação FS, em que as missões estavam sendo mais distantes, e muitos navios estavam voltando danificados. Como o tempo era crucial, muitos baldes de reparo rápido já haviam sido usados, e estavam em falta. Só se o comandante metesse a mão no bolso e comprasse alguns usando dinheiro de verdade, mas ele era um pão-duro e tava preferindo continuar no free-2-play.


Por exemplo, Akagi havia voltado muito ferida de uma missão e tinha que ficar dias ali esperando... Pombas, toda hora ela se arrebenta! Acho que tudo é desculpa pra ficar na jacuzzi brincando, dessa vez com um elástico.


Danou-se então... A operação MO deveria ocorrer no dia seguinte, e Kaga não ficaria pronta a tempo. O que fazer? Mandar a Unidade Móvel 5 desfalcada? Cancelar a missão? Usar um cheat pra gerar baldes de reparo infinitos?


Aí quem aparece é Shoukaku, se oferecendo para substituir Kaga. E aparentemente meio chateada, por ninguém ter se lembrado que ela era um porta-aviões também, que poderia ajudar na missão. Enquanto isso, Tone parece se perguntar por que somente as encouraçadas conseguiam desenvolver bustos desafiadores da gravidade.


Enfim... dispersado o fuzuê, cada uma foi para o seu canto... e Fubuki vai compartilhar mais um de seus momentos de frustração e desespero com Mutsuki e Yuudachi. Dessa vez ela continua se sentindo culpada pelo incidente com Kaga, com quem contava para a missão. Ela tinha sido uma tola por acreditar que Kaga e Zuikaku poderiam se dar bem... e por isso ela não merecia ser capitã.


Mas Mutsuki e Yuudachi animam sua amiga... Pois se ela estava preocupada, era porque se importava. E isso era que a fazia ser uma boa capitã. Pronto, mais uma das crises de frescura de Fubuki resolvida com algumas palavras de biscoito da sorte. Poi.


Quem também está com a consciência pesada era Zuikaku... Afinal, ela havia sido muito inconsequente, e agora Kaga estava machucada, precisando reparar. Logo Kaga, que havia feito aquele coelho de toalha de rosto que ela gostava tanto.


Fubuki chega de surpresa, pra saber como ela está. Rápida como um raio, Zuikaku cobre o coelhinho de toalha que Kaga havia feito, e diz pra destróier bater na porta antes de entrar. E se ela estivesse ali fazendo algo para liberar o stress? Fubuki fica toda abafada, mas percebe ali o montinho de toalha, e se dá conta de que a porta-aviões estava pensando em Kaga...


Naquele mesmo segundo, Fubuki é convocada para ir à sala do comandante. Será que ela estava com problemas? Mas ela vai em frente, apesar de ter molhado as calcinhas de medo de ser repreendida pela lambança de mais cedo.


Nagato a tranquiliza, dizendo que estava tudo ok, mas que ela teria que limpar o carpete molhado. Na verdade, ela e o comandante queriam sua opinião a respeito da missão do dia seguinte, sobre quem deveria ir: se arriscariam mandar Kaga, mesmo danificada, ou se seria melhor substituí-la por Shoukaku. Fubuki pensa, e sugere que seja Shoukaku. Provavelmente ela não iria aguentar a dor na consciência se Kaga afundasse.


O comandante concorda... como podemos supor ao ver apenas uma sombra em cima da mesa... Pombas, é um covarde esse cara, nem pra abrir a boca e falar uma palavra!


E Nagato também diz que precisa contar alguns detalhes sobre toda a operação e informações sobre os Abissais, que ela como capitã precisava saber... mas que são tão secretos que nem a gente vai poder escutar.


Hora da operação MO! Na sala de comando, Ooyodo lista uma série de nomes japoneses engraçados, que correspondem à diversas frotas de apoio à missão, que incluem porta-aviões leves e cruzadores. Só restava a Unidade Móvel 5, que era a próxima a sair. E eu não resisto à Mutsu, ela é uma lindura!


Fubuki tenta dar fazer aquele discurso animador, que se elas se esforçarem, tudo vai dar certo, e blá blá blá. Já podemos imaginar que vai acontecer alguma merda nessa missão, tô vendo...


Shoukaku está feliz por ter a chance de combater ao lado de sua irmã mais uma vez, e sussurra no ouvido dela que se tudo correr bem, ela vai vestir o fio dental rosinha que estava usando na competição de curry, deixando Zuikaku toda nervosa. Pombas, que acontece com essas meninas pra ficarem aí se insinuando umas nas outras? Tá faltando homem no distrito?


Pior que deve estar... só tem lá aquele comandante de meia tigela, que não mostra a cara e não fala uma sílaba. E que deve ser brocha.

Na piscina de reparo, Kaga está lá distraída, e Akagi começa a puxar papo. Afinal, aquele elástico que ela estava brincando havia voado longe, e a porta-aviões não queria sair procurando por ele pelada. E ela diz que havia sido algo muito legal que tinha feito, ao proteger Zuikaku. Além disso, as duas poderiam curtir ali algumas horas sozinhas no ofurô sem ninguém por perto... 


Ih, até a Akagi curte isso? Daqui a pouco só vai sobrar a Kongou e a Ashigara, que deixaram claro que gostam de homens!


Voltando para o mar, as meninas da Unidade Móvel 5 seguem seu rumo, se aproximando da Ilha de Coral. Aproveito a deixa pra trazer a referencia histórica do episódio de hoje. Pois na guerra do Pacífico, existiu também uma operação MO, que era destinada à invasão de bases na região da Nova Guiné, perto da Austrália. 


E nessa ocasião houve a primeira grande batalha entre Japão e Estados Unidos, conhecida como Batalha do Mar de Coral. Daí o nome da ilha que aparecia no horizonte.


Ooi está mais uma vez em seu momento romântico, dizendo que o dia está lindo, e o céu está tão maravilhoso que reflete os sentimentos que ela tem por Kitakami. Mais meloso, impossível.


Kitakami, que aparentemente curte zoar com sua irmã/amante, aponta para o céu, mostrando que só tem nuvem preta. Será que eram mesmo uma representação dos sentimentos que Ooichi tinha por ela?


Fubuki está um pouco pensativa... Algo estava cheirando mal, e ela havia tomado banho naquela manhã. Ela pede então que Zuikaku e Shoukaku lancem alguns aviões de reconhecimento para patrulhar a área, e garantir que não tinha ninguém por perto.


E lá vão os aviões! Fubuki prefere estar segura, provavelmente haviam sido os comentários que o comandante e Nagato tinham dito no dia anterior. Embora exista ainda a possibilidade de que ela tenha pedido isso pois curte ver os aviõezinhos voando.


Temos então um flashback da tal conversa, em que Nagato conta que havia a possibilidade que os Abissais haviam quebrado o código das conversas de rádio da frota, e dessa forma estavam se preparando para o ataque, possivelmente com um porta-aviões. O que aconteceu na vida real: os americanos conseguiram descobrir os planos, e enviaram porta-aviões para enfrentar os japoneses. Mostrando mais uma vez que os Abissais representam os navios do Trump, e que o desenho está seguindo o curso da história.


Alguns minutos depois, Fubuki recebe uma transmissão de rádio, dizendo que a porta-aviões leve Shouhou havia sido atacada e mortalmente ferida por bombardeiros Abissais. Tadinha, ela só apareceu aqui pra ir pro fundo do mar em chamas...


Aliás... outra referência à realidade... pois o porta-aviões Shouhou (ou Shoho, como geralmente é a tradução mais comum) havia sido afundado na Batalha do Mar de Coral... 


Olha só o que eu vou fazer aqui, vamos só comentar um pouco sobre as demais forças envolvidas. Do lado japonês, estavam presentes também os porta-aviões Shokaku e Zuikaku, como muitos dos cruzadores que a Ooyodo citou. Os dois acabaram sobrevivendo, mas o Shokaku foi bastante avariado. Do lado americano, haviam dois porta-aviões, sendo que o Lexington foi afundado e o Yorktown gravemente avariado. Vamos ver depois como que esse episódio termina, pra comparar...

As meninas da Unidade Móvel 5 só podem esperar... Qualquer ação era um risco, pois elas não sabiam onde estavam os porta-aviões inimigos. Dependia apenas dos aviões de reconhecimento...


Felizmente, uma das bonequinhas fazendo o reconhecimento percebe algo que chama a atenção. Repito, essa é a parte ridícula do desenho, com essas fadinhas toscas...


Shoukaku recebe a transmissão, que diz que a força-tarefa inimiga havia sido encontrada. E ela incluía um porta-aviões, provavelmente aquele que havia atacado Shouhou. Com isso, Fubuki ordena um ataque em massa com os aviões, pra atacar a esquadra inimiga.


Algo preciso comentar: os caras que fizeram o desenho foram bem detalhistas a ponto de retratar os aviões exatamente como eles eram de verdade. Nada de tosqueiras mal-feiras como costumamos ver nos desenhos ocidentais.


Lá longe, está a porta-aviões Abissal. Que nada mais é que uma garota de pele pálida e cara de tacho, com um mega carrapato bocudo sobre a cabeça, de onde ela lança as aeronaves.


Temos então o close em um bombardeiro de mergulho, descendo que nem um gavião e largando sua bomba...


... que faz o porta-aviões explodir pelos ares. Molezinha! Já era o porta-aviões inimigo que elas suspeitavam.


De forma semelhante ao que ocorreu na realidade... Lembre-se do que eu mencionei ali em cima, o porta-aviões norte-americano Lexington havia sido afundado nesse combate.


As garotas ficam felizes, pois agora elas têm a superioridade aérea. Com tudo tranquilo, Fubuki diz para Shoukaku e Zuikaku se dirigirem em direção à base MO, encontrando outros grupos aliados pelo caminho, enquanto ela e o restante da Unidade Móvel 5 iam terminar com os navios restantes. Sem o porta-aviões, não haveria muito problema. Mas mesmo assim, Fubuki recomenda que elas mantenham silêncio no rádio, pois os Abissais podem estar escutando.


As duas irmãs seguem em direção à ilha de Coral. Zuikaku não perde a oportunidade de bancar a convencida, desejando que Kaga estivesse ali pra ver como elas fizeram um trabalho impecável. Shoukaku pede pra irmã deixar de ser metida, pois a batalha ainda não havia terminado, e tudo podia acontecer.


Elas ficam ali discutindo, sem perceber que alguma coisa se aproxima. E não era uma estrela cadente, ou o E.T. passeando na bicicleta.


Eram aqueles piolhos Abissais dentuços voadores, aparecendo do nada, e soltando as suas bombas na direção das duas. Agora danou-se, se elas tivessem ficado mais atentas em vez de fofocar.


E a pobre da Shoukaku é atingida em cheio. Eu sei que a imagem só mostra uma explosão, mas acredite em mim, ela foi o alvo. Isso que dá ficar falando que algo podia acontecer, sempre dá merda. Mas, de onde esses aviões vieram? Afinal, elas estavam longe de bases em terra, e haviam afundado aquele porta-aviões.


Mas, era outro porta-aviões que estava ali e ninguém havia percebido. Por detrás da neblina, a Abissal havia surgido pra acabar com aquelas meninas-navio enxeridas. Exatamente como na batalha de verdade, os japoneses imaginavam que apenas um porta-aviões estaria presente, mas um segundo conseguiu chegar a tempo para a batalha.


Os ataques aéreos são concentrados em Shoukaku, deixando-a gravemente ferida. Talvez pelo fato dos desenhistas acharem que seria mais agradável ver a tímida mocinha em trajes rasgados...


... ou mais provavelmente pelo fato de que na batalha de verdade o porta-aviões Shokaku foi quem recebeu a maior parte dos ataques e ficou seriamente danificado. Tá vendo como a história se repete?


Zuikaku tenta lançar seus aviões, mas os ataques são impiedosos, e não deixam que ela saque seu arco e flecha. Pra deixar de ser metida à besta e convencida, viu?


Sem ter como atacar, ela ao menos tenta fazer algo por sua irmã, buscando Shoukaku e dando no pé, pra se proteger. Ela não tinha como lançar seus aviões, estavam sendo atacadas e pra completar estava com o rádio desligado, o que ela poderia fazer?


Bate então o momento flahsback, em que Zuikaku se lembra de Kaga, mais especialmente do comentário que ela havia feito lá em cima, sobre tentar a sorte nos momentos de desespero, pois às vezes era a única saída.


Assim, Zuikaku bola um plano: elas iriam se enfiar no meio da tempestade ali próxima. Os aviões inimigos não conseguiriam enfrentar o mau tempo, e elas teriam pelo menos a chance de respirar e pensar em uma saída. Shoukaku diz que era arriscado, pois os Abissais ficariam esperando que elas saíssem, mas Zuikaku insiste que essa era a melhor idéia, e tinham que torcer pelo melhor.


Dito e feito: as duas irmãs entram no meio do toró, e os aviões Abissais dão meia volta. Pois apesar de serem monstrengos, eles têm medo do escuro e de água.


A porta-aviões inimiga, com a sua contínua cara de bunda, ordena que as demais sigam para bombordo... ou seria estibordo? Bom, ela ordena que as demais sigam para a esquerda, para se posicionarem para atacar as meninas-navio.


Não muito longe dali, Fubuki e as demais garotas da Unidade Móvel 5 haviam acabado de trucidar o restante da frota inimiga. Estava fácil demais, felizmente os Abissais haviam mobilizado apenas aquele porta-aviões, e assim elas estavam seguras.


Mas a destróier especial tem um cagaço. Pois o comandante havia comentado sobre uma possibilidade de que houvessem dois porta-aviões. Por mais que aquele fosse o pior cenário, e se fosse verdade? Me admira que ninguém tenha olhado um livro de história pra saber que na Batalha do Mar de Coral haviam sido dois porta-aviões americanos... Se fosse verdade, Zuikaku e Shoukaku estariam em perigo.


Realmente, Zuikaku e Shoukaku estavam passando por maus bocados. A chuva caía de forma impiedosa, mas mesmo assim as duas parecem que estão com os cabelos e roupas sequinhas. Depois de alguns minutos de tranquilidade, lá na frente já era possível ver o céu clareando... e o porta-aviões Abissal esperando. Era agora ou nunca.


Zuikaku carrega o seu arco, pra lançar seus aviões assim que saírem do aguaceiro. Shoukaku, que está muito machucada e provavelmente deixou o seu arco cair na água, aproveita o momento pra dar uma chegada no cangote de sua irmã, sob o pretexto de ajudá-la com o disparo.


Assim que elas saem das nuvens, os tubarões Abissais são metralhados do alto. Quem seria?


Eram alguns dos caças que Zuikaku e Shoukaku haviam lançado para escoltar o restante do grupo... e que eu havia esquecido de mencionar lá em cima. Foi mal a mancada.


Com os demais navios distraídos, Zuikaku dispara a sua flecha, que se transforma em aviões torpedeiros. É uma chance em um milhão, se não acertar as duas certamente iriam virar comida de peixe.


Me lembrei daquela cena do Star Wars... em que os X-Wings mergulham para voar pela trincheira e destruir a Estrela da Morte. Mas aqui não tem uma fadinha com espírito de Luke Skywalker, pois todos os aviões lançados viram picadinho diante do fogo anti-aéreo.


Pois é, Zuikaku. Parece que chegou a hora de comprar a fazenda...


Só que aí, surpresa! Fubuki surge de forma dramática por detrás da cortina d'água, sentando o dedo naquela pôrra pra mandar chumbo grosso nos Abissais.


Na mosca! O tiro da destróier acerta em cheio o olho da porta-aviões Abissal, que finalmente demonstra algum tipo de expressão diferente daquela cara de paisagem sem sal. Quem diria, até alguns episódios atrás Fubuki mal conseguia acertar um alvo imenso e parado, e agora milagrosamente acerta no meio do globo ocular de uma inimiga.


Kongou, Kitakami e Ooi chegam pra finalizar o serviço, mandando uma salva de "Burning Love" e torpedos pra afundar com os bichos escrotos.


A porta-aviões Abissal, que está com a cara toda estropiada, fica fula da vida. Sacanagem, isso não tava no script combinado. Aliás, chega de chamar ela simplesmente de "porta-aviões Abissal". Dei uma pesquisada no site do Kantai Collection e ela faz parte da classe Wo de porta-aviões inimigos.


Embora... talvez podemos chamar ela de Yorktown... que era o outro porta-aviões americano que foi fortemente danificado na batalha do Mar de Coral, mas que sobreviveu ao embate.


E da mesma forma que na vida real... a porta-aviões Wo dá meia volta na neblina, depois de resmungar um "I'll be back". Quem conhece um pouco da história, sabe que ela deve voltar mesmo.


De volta à base, Ooyodo recebe a transmissão da Unidade Móvel 5, confirmando que elas haviam conseguido afundar um porta-aviões e danificar outro, e estavam a caminho da base. Mas essa felicidade toda ela por que ela havia apostado no bolão por esse resultado.


Estamos chegando ao fim... Mas, antes de descer os créditos, vamos dar uma passada lá na casa de banho, onde Akagi e Kaga continuam na água pra se recuperarem. A cruzador Tone aparece ali pra pegar as apostas delas para o jogo do bicho do fim de semana, e também para contar o resultado da missão.


Akagi só se limita a um "eu te disse" pra Kaga. Mas ela responde que não estava surpresa, pois sabia que as garotas da Unidade Móvel 5 eram muito talentosas, e certamente iriam cumprir a missão.


Realmente, aquela equipe que havia começado com os dois pés esquerdos havia conseguido uma vitória expressiva... claro, vamos ignorar o fato de que elas só conseguiram isso quando Kaga se feriu e não pôde lutar, mas mesmo assim tá valendo.


Ficamos por aqui, depois desse episódio que teve mais ação, talvez um dos mais movimentados até aqui. Os Abissais começaram a colocar navios maiores, mostrando que os combates prometem ser mais violentos a partir daqui. Em todo caso, não tivemos baixas muito graves, apenas Kaga e Shoukaku que ficaram bem machucadas, mas nada que algumas horas no banho quente não resolvam.

Claro, isso se ignorarmos Shouhou. Mas, diferente de Kisaragi, em que fizeram todo um episódio dando atenção pra ela, pra todo mundo simpatizar com a irmã de Mutsuki e que viria a afundar, Shouhou passou batida, e imagino que ninguém sentirá sua falta...

Em todo caso, eu não posso ir embora sem falar sobre a forte influência histórica deste episódio. Lembra que eu falei lá em cima, em que disse que na batalha real os japoneses tiveram um porta-aviões leve afundado (Shoho) e um grande avariado (Shokaku), enquanto que os americanos perderam um outro (Lexington) e tiveram outro danificado (Yorktown)? Percebeu como os resultados foram exatamente os mesmo aqui neste capítulo?


Tudo bem que houveram algumas pequenas alterações em relação ao ocorrido de verdade. Por exemplo, na Batalha do Mar de Coral os japoneses não tinham um couraçado como a Kongou. Mas os destinos dos porta-aviões foram os mesmos. Eu confesso que quando comecei a ver esse episódio, já me deu uma sensação do que poderia ocorrer, já que eu li sobre essas batalhas. Algo que se comprovou na cena em que Shouhou apareceu em chamas.

Nesse momento, me bateu uma sensação de que a história estava se repetindo. Provavelmente muitos de vocês, leitores do blog, não devem saber certos detalhes da guerra no Pacífico. Mas certamente vocês sabem que o Japão perdeu o conflito... e digo que a Batalha do Mar de Coral, na qual esse episódio foi baseado, precedeu um dos combates que marcou a grande reviravolta da disputa, pendendo a balança para o lado dos Estados Unidos.

Se Kantai Collection continuar seguindo a história... é melhor não afeiçoar às meninas-navio, pois talvez elas não durem muito...
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